A Fifa (Federação Internacional de Futebol) pode faturar mais de US$ 11 milhões (cerca de R$ 56 milhões) com a venda de pedaços do gramado que será usado na final da Copa do Mundo de 2026. A informação é do site The Athletic.
O jogo decisivo do Mundial será disputado no dia 19 de julho, no estádio MetLife, em East Rutherford, Nova Jersey, nos Estados Unidos. Após a partida, a entidade venderá como souvenir quatro categorias diferentes da grama do local.
A opção mais cara custará US$ 3.000 (aproximadamente R$ 15.300). O comprador levará uma porção de grama de cerca de 7,5 cm por 7,5 cm, além de uma réplica de ingresso gravada em dourado, uma minibola réplica da Copa do Mundo e um troféu do Mundial em cristal lapidado.
As outras três categorias serão vendidas por US$ 450 (R$ 2.300), US$ 900 (R$ 4.600) e US$ 1.200 (R$ 6.100). A venda dos souvenirs será restrita a clientes nos Estados Unidos e na Europa. Em nenhuma das categorias, haverá mais de 2.026 peças disponíveis.
O relatório indicou que o gramado utilizado na decisão foi cultivado em uma fazenda de grama na Carolina do Norte. Para manter a consistência, novos gramados foram instalados em todas as 16 sedes da Copa do Mundo, incluindo estádios que normalmente têm superfícies artificiais, como os de Seattle, Atlanta, East Rutherford, Vancouver (Canadá), Arlington (Texas) e Inglewood (Califórnia). Não há informação sobre o que será feito com os gramados que não forem usados na final.
A Copa do Mundo de 2026 conta com um número recorde de 48 seleções participantes, que disputarão 104 partidas em três países: Estados Unidos, Canadá e México.
