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China reage a BYD em lista suja de trabalho escravo

A China respondeu à inclusão da montadora de veículos elétricos BYD em uma lista de empregadores acusados de trabalho escravo. A informação foi divulgada pelo governo chinês nesta terça-feira.

Um documento público relacionado ao trabalho expõe 169 empregadores. A inclusão na lista ocorre após a conclusão de um processo administrativo, sem possibilidade de recurso. Os nomes permanecem listados por um período de dois anos.

A saída da lista depende da regularização da situação pela empresa e da ausência de novos casos durante o período de vigência. A medida é parte de um esforço maior de fiscalização.

Em outros assuntos, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Líbano não está incluído no acordo de cessar-fogo, de acordo com veículos de imprensa norte-americanos. A declaração foi dada em um contexto de discussões sobre conflitos na região.

Em análise política, a colunista Sandra Cohen comentou que a chamada ‘vitória’ de Trump sobre o Irã soa mais como um recuo e uma concessão. A análise foi publicada em um blog há oito minutos.

No cenário econômico, a queda do dólar frente ao real levanta a questão: a moeda americana está fraca ou o real está forte? Especialistas buscam explicar os motivos da desvalorização cambial nas últimas horas.

No Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes pediu para a corte votar uma ação que questiona os limites temporais para a apresentação de delações premiadas. O assunto está em discussão na área política.

No chamado Caso Master, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ter dado um conselho ao ministro Moraes. Ele disse: ‘Não permita que Vorcaro jogue fora sua biografia’. A fala foi registrada há um minuto.

Em um panorama do ano eleitoral, partidos como PL e Missão registraram aumento no número de filiados. Por outro lado, MDB foi o que mais perdeu associados, e o PT também apresentou recuo nas filiações.

No Rio de Janeiro, imagens mostram o estado do Velódromo antes e depois de um incêndio que atingiu o telhado da estrutura. O fogo causou danos ao local.

Em uma nota histórica, uma questão curiosa ressurge: o que aconteceu com as bandeiras dos Estados Unidos deixadas na Lua há mais de 50 anos? Cientistas e agências espaciais já discutiram o destino desses símbolos.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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