Uma barragem de mísseis de grande escala atingiu a cidade de Kiev nesta semana, após o presidente russo, Vladimir Putin, ordenar uma retaliação a um ataque ucraniano que matou dezenas de pessoas. O bombardeio, descrito por autoridades como massivo, deixou ao menos quatro mortos e dezenas de feridos, segundo relatos da imprensa internacional.
O ataque a Kiev ocorre em um momento de escalada do conflito. O governo ucraniano informou que as defesas aéreas conseguiram interceptar parte dos projéteis, mas os danos em áreas residenciais foram significativos. Equipes de resgate trabalham nos escombros em busca de sobreviventes.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, emitiu um alerta sobre o uso de um novo tipo de míssil, chamado Oreshnik, que teria sido empregado no ataque. Segundo ele, a arma representa uma ameaça maior para a população civil e para a infraestrutura do país. Zelensky pediu mais apoio militar dos aliados ocidentais para conter os avanços russos.
As forças russas justificaram a ofensiva como uma resposta direta a um ataque ucraniano na cidade de Starobilsk, que teria causado baixas entre soldados russos. A ação em Kiev, portanto, foi apresentada como uma medida de retaliação autorizada por Putin.
Contexto do conflito
A guerra entre Rússia e Ucrânia continua sem sinais de arrefecimento. Relatos de bombardeios e confrontos em diversas regiões são frequentes. A comunidade internacional acompanha com preocupação o uso de novas tecnologias militares no campo de batalha, como o míssil Oreshnik, que pode alterar o equilíbrio de forças no front.
Enquanto isso, a população civil ucraniana sofre com os cortes de energia e a destruição de moradias. Organizações humanitárias tentam fornecer assistência básica, mas o acesso a áreas de conflito é limitado. A expectativa é de que os combates se intensifiquem nas próximas semanas.
